Diferença entre Tampouco e Tão Pouco
Saiba para quem você está ensinando.
Antes de qualquer aula, conheça o perfil profissional, social, nacionalidade, hobbies etc, do seu cliente.
Regra 2
Saiba o objetivo do seu cliente.
Por que ele quer aprender português? Quais são as principais situações em que ele vai ter que usar o português?
Regra 3
Saiba inglês, no mínimo.
E pesquise sobre a língua do seu aluno, para que quando você precise de modelos para comparação, tenha-os à mão (ou à cabeça… haha). Português é uma língua difícil, cheio de frescurinhas e muitas coisas sem sentido. Por exemplo, por que falamos: “uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes…”? Por que não “um vez, dois vezes”? Explicar por comparação é mais prático do que pela gramática.
Regra 4
Fale português. Bastante.
Se você não falar, ele não vai se acostumar com a língua. Reserve a língua estrangeira para situações extremamente necessárias, como explicar a gramática.
Regra 5
Comece pelos verbos.
Eles são difíceis, mas são a alma da conversação. Ninguém faz nada sem verbos, mas pode fazer sem vocabulário, o que nos leva à próxima regra.
Regra 6
Use mímica.
Use mímica, associação, desenho, dança, qualquer coisa para que o aluno seja
obrigado a fazer ligações! Dê a resposta só em último caso.
Regra 7
A pronúncia é sagrada.
Você nunca deve partir para o próximo passo enquanto seu aluno tiver uma pronúncia meia-boca. Do que adianta ele saber usar palavras bonitinhas, “excetos”, “possíveis”, “orçamentos”, se ele fala “lalanja”? Trabalhe com pronúncia todos os dias, faça-o gravar sua própria voz, faça-o ouvir música, cantar.
Regra 8
Represente o seu país sem ser piegas.
Saiba sobre o seu país, conte histórias, notícias,curiosidades. Isso ajuda a manter a curiosidade durante a aula e também dá uma leveza ao estudo.